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domingo, 21 de março de 2010

O destino do nosso amor



Ouvir o som de seu nome sugere-me versos
de poemas, os mais belos, ainda nem escritos
Subverte-me a alma e deixa-me imerso
num turbilhão de pensamentos: seu corpo, seus mamilos...
Reconstrói em mim todos os momentos de felicidade e ternura
Como se já tivesse a felicidade de acariciar nossos filhos
Estes que ainda não tenho...não temos...
Mas que já nascem no âmbito de nossos desejos
Sobrepondo toda ansiedade, medos e receios
(são fogos de artifícios em mim ao vê-los se alimentando em seus seios)
Nascem puros fortes, livres, lindos...
Sendo a expressão da beleza do nosso amor
Puro, forte, livre, lindo...
E assim, como se fosse nossos filhos
O nosso amor eu crio, não cultivo
Plantas é que são cultivadas
Nosso amor já é um ser superior
Um ser com vontade própria
Um ser com bondade própria
Que nos deixa mais perto de Deus
Mas que está livre, para partir quando quiser
Para seguir seu vento norte
Como um filho que se casa e parte em seu caminho
Como qualquer um de nós que caminha para a morte
E assim livre como é o nosso amor
Caso decida viver ao nosso lado
Tratá-lo-ei bem, apesar de toda possível dor
E assim o farei de muito bom grado
Com tudo que há em mim de mais belo e sagrado


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