Eis que os ventos do acaso sopraram, fazendo içar as velas da liberdade. Navegar é preciso? Seguir viagem. Velas içadas, vento em poupa; marinheiros a postos? Precisa-se de um leme e cartas; afinal, o destino está escrito, não é? Mas, enfim, quem pode dizer bem sobre ventos, velas e cartas?
José de Lima Cardozo Filho
